Campo de provas · Ensaio aéreo · Destruição · Escola de drones militares

Ensaio de material energético e sistemas não tripulados sem sair do estado

363 hectares de área rural licenciada em Lorena, São Paulo. Licenças DFPC e ANAC ativas, no centro da base industrial de defesa brasileira — do artifício não letal à cabeça de guerra de 200 kg. O mesmo espaço aéreo segregado sustenta a única escola de pilotagem de drones militares do país.

363ha
Área licenciada
200kg
Cabeça de guerra
máxima em ensaio
2.500m
Linha de tiro
instrumentada
2
Licenças estruturantes
DFPC · ANAC
40km
De Lorena / SP
// 01 — Arquitetura

Quatro operações,
uma única licença de sítio

O ativo não é o terreno. É a soma de duas autorizações que hoje não existem juntas fora de instalação militar — produto controlado pelo Exército e espaço aéreo segregado pela autoridade civil.

01

Ensaio pirotécnico e energético

Do artifício não letal à cabeça de guerra de 200 kg, com instrumentação de fragmentação, sobrepressão e vídeo de alta velocidade.

  • Munição menos letal e artifícios
  • Granada, morteiro e foguete
  • Cabeça de guerra até 200 kg
  • Munição insensível e cook-off
02

Ensaio de sistemas não tripulados

Envelope aéreo segregado para VANT militar e civil acima de 25 kg, BVLOS, liberação de carga e contramedidas.

  • Voo BVLOS e além de 120 m
  • Lançamento e liberação de carga
  • Munição vagante e efetuadores
  • Detecção, rastreio e counter-UAS
03

Destruição de material ativo

Destinação final rastreável de munição, propelente e explosivo fora de validade, sob acompanhamento do SFPC.

  • Detonação e queima controlada
  • Desmontagem e delaboração
  • Recuperação de metais
  • Material apreendido e inservível
// Foco estratégico

Escola de pilotagem
de drones militares

Não existe no Brasil escola especializada em pilotagem militar de drones. O que a guerra da Ucrânia tornou doutrina — ataque em FPV, lançamento de munição, operação em enxame — hoje se aprende no exterior ou não se aprende. A ORION AERO forma esse operador no único sítio do país que reúne espaço aéreo segregado, linha de tiro instrumentada e licença para empregar munição real.

01

Treino com munição real

Lançamento e liberação de carga sobre alvo instrumentado, com telemetria e registro de impacto — dentro da mesma licença DFPC que sustenta o campo de provas.

  • Lançamento de munição
  • Ataque em FPV sobre alvo
  • Alvo instrumentado
  • Registro auditável
02

Formação de operadores

Pilotos e operadores para Forças Armadas, forças de segurança e indústria de defesa — da proficiência básica ao emprego tático de sistemas não tripulados.

  • Forças Armadas
  • Forças de segurança
  • Indústria de defesa
  • Equipes de ensaio
03

A barreira de entrada

O espaço aéreo segregado por licença ANAC é o que ninguém replica com facilidade: sem ele não se treina BVLOS nem lançamento com respaldo legal. Mesma área, mesma licença e mesma equipe do campo de provas.

  • Espaço aéreo segregado
  • BVLOS com respaldo legal
  • Sinergia com o campo de provas
  • Nicho de alto valor
Nota de protótipoA escola entra na Fase 2 do plano, junto com a licença ANAC. Escopo, calendário e preço a confirmar antes de uso em material de captação.
// 02 — Origem

Nada aqui
começa do zero

A Orion Aero é uma empresa nova e comercial — e essa é a única coisa nova nela. A operação que sustenta o negócio tem três décadas de estrada, em duas casas instaladas em Lorena, no mesmo endereço em que o campo de provas opera.

Parceiro · técnico

RJC Defesa Aeroespacial

Empresa Estratégica de Defesa · capital 100% nacional · desde 1993

Fundada por ex-funcionários da Indústria Química Mantiqueira — hoje Orica do Brasil — para atender contratos de defesa que a matriz não quis assumir. Dá à Orion Aero o lastro técnico em explosivos: iniciadores, detonadores e reforçadores, de percussão a elétricos.

  • Iniciadores para o IAE desde o primeiro VLS
  • Detonadores em três classes, até altíssima segurança sem carga primária
  • Munição militar: granada de mão, espoleta de morteiro, retardo mecânico, fumígena
  • Linha não letal para polícias estaduais e guardas municipais
  • Planta em Lorena com 500 mil m², laboratórios, controle de qualidade e paióis
Forças Armadas · IAE · Orica · Avibras · mercado americano de prospecção
Parceiro · industrial

MultiClad

Operação industrial no sítio · tecnologia 100% nacional · +30 anos de processo

Operação industrial própria da MultiClad, em atividade no sítio como rotina produtiva. É ela que mantém a licença viva, com equipe e procedimento operando todos os dias, antes mesmo do primeiro ensaio militar contratado — o campo de provas não parte do zero.

  • Detona no sítio como rotina, não como projeto
  • Equipe e procedimento já auditados em operação
  • Mantém a licença de produto controlado ativa
  • Atende óleo e gás, naval e indústria de transformação
Recurso próprio da MultiClad · não integra a oferta da ORION AERO
Como funciona: a detonação percorre a chapa e a une no estado sólido.
// 03 — O problema

A indústria brasileira
ensaia a 900 km de casa

Nenhuma empresa da base industrial de defesa paulista tem onde ensaiar perto da própria fábrica. A única infraestrutura privada comparável do país é cativa de um único fabricante.

FAZENDA BOA ESPERANÇA Lorena · São Paulo
EmpresaFábricaOnde ensaia hojeDeslocamento
AvibrasJacareí / SPCentro de Lançamento da Barreira do Inferno / RN~2.500 km
Speedbird AeroJacareí / SPAracaju / SE~1.900 km
XMobotsSão Carlos / SPSantana do Livramento / RS~1.400 km
Mac JeeParaibuna / SPCampo de Instrução de Formosa / GO~900 km
IMBEL — Fábrica Presidente VargasPiquete / SPCampo de Provas da Marambaia / RJ~250 km
Nota de protótipoDistâncias aproximadas por via rodoviária. Confirmar antes de usar em material de captação.
84

Sistemas na fila

Drones de munição vagante inscritos em uma única chamada do Exército em 2026. 32 foram habilitados e ensaiados com munição real — em doze dias, no Rio de Janeiro. Terceira tentativa de licitação desde 2023.

17

Empresas estratégicas

Empresas Estratégicas de Defesa credenciadas pelo Ministério da Defesa somente em São José dos Campos — a maior concentração do país, a 130 km do sítio.

133k

Drones registrados

Aeronaves não tripuladas no cadastro da ANAC em 2026, contra 16,5 mil em 2017. Segundo maior mercado das Américas, crescendo acima de 20% ao ano.

Fontes: Ministério da Defesa / SisCaPed · ANAC / SISANT · imprensa especializada de defesa, 2026.
SOLO 120 m AGL — LIMITE ABERTO RBAC 100 ENVELOPE ORION AERO — CATEGORIA ESPECÍFICA TETO AUTORIZADO — ÁREA RESTRITA PUBLICADA ESPAÇO AÉREO CONTROLADO ESTAÇÃO DE CONTROLE
// 04 — O ativo

O produto não é
o terreno.
É a permissão.

Desde junho de 2026, o RBAC 100 da ANAC e a nova edição da ICA 100-40 do DECEA mantêm a exigência de segregação de espaço aéreo para toda operação acima de 25 kg, acima de 120 m ou além da linha visual.

Isso alcança praticamente todo VANT militar brasileiro em desenvolvimento — as plataformas nacionais em ensaio hoje têm entre 80 e 700 kg de peso máximo de decolagem.

Somado à autorização de produto controlado emitida pelo Exército, o resultado é um envelope que hoje só existe dentro de instalação das Forças Armadas. É esse par de licenças que constitui a barreira de entrada — e o ativo.

// 05 — Escala de ensaio

Do artifício não letal
à cabeça de guerra

Dimensionamento pela lei de escala cúbica de Hopkinson-Cranz, D = K × NEQ1/3, conforme IATG 02.20. Com o ponto de ensaio centrado no sítio, o raio disponível até a divisa é de aproximadamente 950 metros.

Classe de ensaioNEQ típicoDistância exigida
a edificação habitada
Margem no sítio
Artifício e munição menos letal< 0,5 kg18 m53×
Munição de pequeno calibre< 1 kg22 m43×
Granada e munição de morteiro1 – 5 kg38 m25×
Foguete e munição vagante5 – 25 kg65 m15×
Cabeça de guerra 100 kg~50 kg82 m12×
Cabeça de guerra 200 kg~100 kg103 m
Destruição — evento programado5.000 kg380 m2,5×
Destruição — capacidade máxima25.000 kg649 m1,5×
Leitura do quadroO item mais exigente do portfólio comercial — a cabeça de guerra de 200 kg — consome 103 m dos 950 m disponíveis. A instalação opera com margem de nove vezes sobre o pior caso, o que significa que a restrição de operação é normativa e de agenda, nunca geométrica.
IATG 02.20IATG 10.10NR-19STANAG 4439STANAG 4170 AOP-7AOP-39MIL-STD-810MIL-STD-2105EUN Series 6(c) ABNT NBR 15000NIJ 0101.06NIJ 0108.01
// 06 — A instalação

363 hectares
em Lorena, São Paulo

Área rural de acesso controlado, sem núcleo urbano no entorno imediato, servida pelo eixo da Via Dutra. Distância à fábrica do cliente medida em dezenas de quilômetros, não em milhares.

Fazenda Boa Esperança · 22°50'13"S 45°05'04"W · Lorena, São Paulo
PÁTIO LINHA DE TIRO — 2.500 m PAIÓIS PISTA / ESTAÇÃO UAS ACESSO CONTROLADO 500 m IMPLANTAÇÃO ESQUEMÁTICA — NÃO PARA NAVEGAÇÃO
ParâmetroEspecificação
Área total363 ha · 3,63 km² · 150 alqueires
MunicípioEstr. do Jararaca, km 14 — Lorena / SP
Raio útil ao ponto central~950 m às divisas
Linha de tiro instrumentada1 m a 2.500 m no mesmo sítio
NEQ máximo por evento25.000 kg
Cabeça de guerra máxima200 kg
Capacidade de paiol__ kg NEQ · classe 1.1
Teto autorizado__ ft AGL · área restrita
Envelope BVLOSraio de __ km
Aquisição de imagem__ fps · alta velocidade

Distância aos clientes

Piquete — IMBEL / FPV~50 km
Guaratinguetá~50 km
Paraibuna — Mac Jee~120 km
São José dos Campos — 17 EED~130 km
Jacareí — Avibras, Speedbird~150 km
Imagem aérea · instalação de referênciaVoo panorâmico mostrando pátio, galpões e o afastamento das divisas. Em campo de provas, a aérea é o argumento visual mais forte — o terreno é o produto. Imagem ilustrativa.
// 07 — Barreira de entrada

Duas licenças que
ninguém tem juntas

DFPC

Produto controlado pelo Exército

Certificado de Registro com as atividades de armazenagem, detonação e destruição de PCE apostiladas, e autorização especial emitida por operação, com acompanhamento de fiscalização e emissão de Termo de Destruição.

  • Certificado de Registro ativo
  • Atividade de destruição apostilada
  • Paióis vistoriados e licenciados
  • Responsável técnico com ART
ANAC

Operação aérea não tripulada

Enquadramento em categoria específica do RBAC 100, com área restrita publicada e coordenação junto ao DECEA sob a ICA 100-40 — o que autoriza voo acima de 25 kg, acima de 120 m e além da linha visual.

  • Categoria específica — RBAC 100
  • Área restrita publicada
  • Coordenação DECEA / SARPAS
  • Operação BVLOS autorizada
O sítio já opera hojeA infraestrutura não é projeto: a licença de produto controlado já sustenta operação industrial contínua no local, tocada pela MultiClad, atendendo óleo e gás, eletroquímica e naval. O campo de provas militar entra sobre uma instalação em atividade, com equipe, paióis e procedimento de detonação já rodando. É receita industrial recorrente sustentando o ativo enquanto a operação de ensaio escala.
Por que isso importa para o investidorTerreno rural com afastamento se compra. Licença de produto controlado leva meses e exige capital social integralizado, vistoria militar e responsável técnico. Área aérea restrita publicada é decisão de autoridade, não de mercado. É a combinação das duas — e não o hectare — que não se replica com dinheiro em prazo curto.
// 08 — Fluxo operacional

Do requisito ao
relatório assinado

01

Requisito

Item, norma alvo e resultado esperado. Acordo de confidencialidade antes de qualquer detalhe técnico.

02

Proposta

Plano de ensaio, matriz de instrumentação, janela de agenda e preço fechado.

03

Licenciamento

Autorização de tiro, destruição ou voo, plano de segurança e coordenação de espaço aéreo.

04

Execução

Ensaio conduzido com instrumentação dedicada e acompanhamento de fiscalização quando exigido.

05

Dados

Dados brutos e tratados entregues junto do relatório, com rastreabilidade de cadeia.

06

Registro

Portal do cliente com histórico, certificados e termos arquivados.

// 09 — Modelo de receita

Quatro linhas,
ciclos independentes

A diversificação existe por desenho: linhas com sazonalidade e ciclo de decisão distintos, para que o caixa não dependa de um único programa de defesa.

A

Dia de ensaio

Locação do sítio com instrumentação e equipe, por diária ou campanha. Ciclo curto, cliente recorrente, margem sobre capacidade instalada.

B

Destruição por tonelada

Destinação final de material energético para indústria, Forças e órgãos de segurança. Receita por volume, contrato plurianual, baixa sensibilidade a ciclo político.

C

Ensaio acreditado

Ensaio de proteção balística e conformidade normativa com emissão de relatório para certificação. Ticket menor, volume alto, demanda regulatória contínua.

D

Programa de desenvolvimento

Acompanhamento de ciclo completo de um produto — do protótipo à qualificação. Ticket alto, retenção longa, é onde a margem se concentra.

Nota de protótipoProjeções financeiras, tabela de preços e curva de ocupação não foram incluídas neste protótipo. Entram no memorando de investimento, não no site público.

Infraestrutura crítica
que o país não tem

A base industrial de defesa brasileira exportou US$ 3,1 bilhões em 2025, com alta de 74% sobre o ano anterior, e o país importa cerca de R$ 70 bilhões por ano em produtos de defesa e segurança. O gargalo de ensaio e qualificação é estrutural — e não há projeto concorrente anunciado no eixo São Paulo.

Solicitar o memorando de investimento
// 10 — Destinação final

O que o cliente
recebe de volta

O cliente entrega o material e recebe o comprovante — não a responsabilidade. A rastreabilidade documental é o produto tanto quanto a destruição física.

Antes do evento

  • Caracterização e classificação do material
  • Plano de destruição e análise de risco
  • Autorização especial para destruição
  • Guia de tráfego e plano de transporte

Depois do evento

  • Termo de destruição emitido por fiscalização
  • Registro fotográfico e de instrumentação
  • Manifesto de resíduo e destinação final
  • Relatório de conformidade ambiental